Investigação Europeia levada a cabo pela Frontex encontra 439 carros furtados – 88 em Portugal

Operação Frontex Outubro 2019

Uma investigação Europeia conhecida como JAD 2 Mobile 2 (Joint Action Day), que tinha como alvo atacar o crime organizado além fronteiras na Europa. Esta foi uma investigação liderada pela Frontex, a Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira.

A ação apontou especificamente ao crime automóvel, furto de veículos, contrabando de veículos e de peças, bem como fraude documental.

As últimas duas semanas de Operação culminaram em:

  • Deteção de 439 carros furtados e 230 peças furtadas
  • Detenção de 166 pessoas, suspeitas auxílio à imigração ilegal, tráfico de droga e por posse de bens e armas
  • Deteção de 183 documents fraudulentos
  • Apreensão de 11.9 milhões de cigarros e 20 toneladas de tabaco em bruto
  • Apreensão de 38 armas de fogo e 296 munições
  • Apreensão de 83.5 kg de haxixe, 82.6 kg de canábis e 29.5 kg de cocaína
Operação Frontex Outubro 2019
Fonte: Frontex

Em Portugal, a investigação contou com a assistência da Polícia de Segurança Pública (PSP) e resultou da mesma o seguinte:

  • 58 detidos – 39 por tráfico de droga, dois por imigração ilegal, 14 por posse de armas e três for furto de veículo
  • 88 veículos apreendidos
  • 33 armas de fogo apreendidas e 117 munições
  • 39 armas brancas apreendidas
  • 3.13 kg de canábis, 1.5 kg de cocaína, 178 g de heroína e 158 g de ecstasy.

A PSP representou Portugal na operação, que contou também com representantes da Alemanha, Albânia, Bósnia Herzegovina, Bulgária, Croácia, Espanha, Holanda, Kosovo, Lituânia, Montenegro, Macedónia do Norte, Polónia, Portugal, Reino Unido e Roménia.

Entre as 230 peças de automóvel furtadas, recuperadas a nível europeu, estavam 164 motores de veículos, recuperados pelas autoridades gregas após uma investigação de um ano.

A operação permitiu também a deteção de 4365 imigrantes ilegais.

A investigação foi levada a cabo por 13 países membros União Europeia bem como 5 países não membros e teve o auxílio de agências europeias e internacionais tais como a Europol e Interpol, que ajudaram na investigação da Frontex, que tem a sua sede em Varsóvia.

A investigação coordenada pela Plataforma Multidisciplinar Europeia contra as Ameaças Criminais (EMPACT) e faz parte do ciclo de política Europeia, um plano de 4 anos para lutar contra o crime sério e organizado, e que conta com a cooperação de forças policiais dos países membros.

Os resultados desta ação irão assistir nas investigações futuras que combatem este tipo de crime.

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